Separamos em uma mochila roupas e calçados para um dia e fechamos nossas malas para que fossem guardadas no bagageiro do Hotel. Nosso destino é Baños de Água Santa, um pequeno balneário que fica aproximadamente 180 km de Quito. Um táxi nos deixou no terminal terrestre (rodoviária), para embarcarmos às 10:30 hs. São várias pequenas empresas de transporte, que disputam os passageiros no grito. São ônibus convencionais e sem ar condicionado. O terminal é confuso, sem programação visual e com poucas indicações.Perguntamos se tinha linha direta para Baños e uma atendente do balcão confirmou que sim. Agitada, pediu que um rapaz nos levasse até o ônibus, tudo numa correria danada. Ficamos aguardando n acalçada até que o ônibus surgiu na pista, entramos e nos acomodamos rapidamente pois os motoristas arrancam, sem muita cerimônia. Mal saímos do terminal, o ônibus estacionou e nos pediram que mudássemos para um outro. Como não adianta tentar entender, fizemos a transferência, sem contestar...
O ônibus foi parando de vila em vila, em pontos improvisados. É a hora de vários vendedores ambulantes adentrarem, oferecendo água, refrigerantes, doces, sorvetes já servidos na casquinha, até churrasquinho saindo fumaça no espeto! Uma muvuca total! Se não bastasse, em outra parada entrou um senhor com um violão, esposa e um garoto de uns 10 anos vendendo seu CD, enquanto cantavam suas canções românticas! Tem que ter espírito de aventura e relaxar!
Nas proximidades de Baños, os vales são ainda mais bonitos. A estrada fica entre montanhas e nos surpreeendemos quando avistamos, já bem próximo, o vulcão Tungurahua. Só essa imagem já valeu a viagem a Baños! Da sua cratera saem gases e vapores. Esse vulcão está ativo desde 2001, quando entrou em erupção. Tem uma altura de 5023 metros e fica no parque nacional Sangay, nome de outro vulcão. Pena que com várias curvas e o ônibus em velocidade não dá para fotografar a paisagem como gostaríamos.
Chegamos às 14:30 hs, doidos de fome, pois foram quatro horas nessa maratona. Paramos no primeiro restaurante que encontramos para depois procurarmos hotel. Apesar de ser bem pequena, a cidade é cheia de hoteis (são mais de 130) e SPAs, bares cafés e restaurantes. Decidimos ficar no Hotel Santa Maria, na esquina da praça principal, em frente à prefeitura e em cima de uma agência do Banco El Pacífico. Como chegamos numa segunda-feira, a cidade estava relativamente vazia e os preços dos hotéis reduzidos em até 50%. São bem baratos, o nosso foi apenas US$ 7,00 por pessoa. Cama confortável, o banheiro razoável, com uma ducha meio fraca, mas por esse preço não dá para exigir uma jacuzzi.
Caminhamos até a Cascata da Virgem. São várias fontes na cidade com águas sulfurosas e termais, que vão desde 18 ° C até 55°C de temperatura. Todas elas surgem das entranhas e do degelo do vulcão Tungurahua. As principais são as Termas de la Virgen, Termas de El Salado, Balneário de Santa Ana, Balneario Las Peñas o Modernas, Santa Clara o El Cangrejo.
Fomos no sentido oposto, até a ponte de São Francisco. Inaugurada recentemente, é a via para evacuação, no caso do vulcão entrar em erupção, fato que ocorreu em julho do ano passado. A ponte conecta a cidade a uma região de montanhas. Baños fica num platô na base do vulcão e acima de um cãnion por onde passa um rio e as corredeiras na época do degelo. Estávamos programando fazer um tour que nos levaria até um ponto para se avistar o vulcão soltando faíscas incandescentes. Mas a noite ficou nublada e fria, sem chance para visualizá-lo. Melhor descansarmos para fazer os outros passeios de manhã.
O ônibus foi parando de vila em vila, em pontos improvisados. É a hora de vários vendedores ambulantes adentrarem, oferecendo água, refrigerantes, doces, sorvetes já servidos na casquinha, até churrasquinho saindo fumaça no espeto! Uma muvuca total! Se não bastasse, em outra parada entrou um senhor com um violão, esposa e um garoto de uns 10 anos vendendo seu CD, enquanto cantavam suas canções românticas! Tem que ter espírito de aventura e relaxar!A paisagem é linda! A estrada fica num vale que é ladeado por vários vulcões avistados ao longe, por isso é chamada de avenida dos vulcões. "El corazon" é lindo! Pequenos sítios são bem cultivados. Os lugarejos são pobres e ainda falta uma consciência ecológica e estrutura de recolhimento de lixo pois há muito entulho às margens das vilas. As construções são rústicas e bem simples.
Nas proximidades de Baños, os vales são ainda mais bonitos. A estrada fica entre montanhas e nos surpreeendemos quando avistamos, já bem próximo, o vulcão Tungurahua. Só essa imagem já valeu a viagem a Baños! Da sua cratera saem gases e vapores. Esse vulcão está ativo desde 2001, quando entrou em erupção. Tem uma altura de 5023 metros e fica no parque nacional Sangay, nome de outro vulcão. Pena que com várias curvas e o ônibus em velocidade não dá para fotografar a paisagem como gostaríamos.
Chegamos às 14:30 hs, doidos de fome, pois foram quatro horas nessa maratona. Paramos no primeiro restaurante que encontramos para depois procurarmos hotel. Apesar de ser bem pequena, a cidade é cheia de hoteis (são mais de 130) e SPAs, bares cafés e restaurantes. Decidimos ficar no Hotel Santa Maria, na esquina da praça principal, em frente à prefeitura e em cima de uma agência do Banco El Pacífico. Como chegamos numa segunda-feira, a cidade estava relativamente vazia e os preços dos hotéis reduzidos em até 50%. São bem baratos, o nosso foi apenas US$ 7,00 por pessoa. Cama confortável, o banheiro razoável, com uma ducha meio fraca, mas por esse preço não dá para exigir uma jacuzzi.
Caminhamos até a Cascata da Virgem. São várias fontes na cidade com águas sulfurosas e termais, que vão desde 18 ° C até 55°C de temperatura. Todas elas surgem das entranhas e do degelo do vulcão Tungurahua. As principais são as Termas de la Virgen, Termas de El Salado, Balneário de Santa Ana, Balneario Las Peñas o Modernas, Santa Clara o El Cangrejo.
Fomos no sentido oposto, até a ponte de São Francisco. Inaugurada recentemente, é a via para evacuação, no caso do vulcão entrar em erupção, fato que ocorreu em julho do ano passado. A ponte conecta a cidade a uma região de montanhas. Baños fica num platô na base do vulcão e acima de um cãnion por onde passa um rio e as corredeiras na época do degelo. Estávamos programando fazer um tour que nos levaria até um ponto para se avistar o vulcão soltando faíscas incandescentes. Mas a noite ficou nublada e fria, sem chance para visualizá-lo. Melhor descansarmos para fazer os outros passeios de manhã.

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